Dica de Leitura: Como ser uma Parisiense em qualquer lugar do mundo

Vou começar dizendo que precisarei mudar o nome dessa tag “Dica de Leitura” hahaha. Na verdade, eu posto todos os livros que leio aqui e a maioria deles, eu gosto muito e super indico. Mas e quando eu não gosto?? Como isso pode ser uma “Dica de Leitura”? hahahaha Tag totalmente contraditoria. Vou pensar aqui e quem sabe a proxima resenha de livro já venha com a tag alterada…. hehehe

Comprei “Como ser uma Parisiense em qualquer lugar do mundo” um pouco por impulso. Vi todo mundo lendo e postando que acabou atiçando a minha curiosidade. E como gostei muito de Paris {não é minha cidade preferida no mundo – das que eu conheço, claro-}, resolvi que era para eu ler.

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O livro é bem leve, com muitas ilustrações e letras grandes. Super fácil e rápido {mesmo que você não goste dele} de ler. Eu confesso que esperava mais do livro, não é muito o estilo de leitura que eu gosto.

As 4 autoras contam – com bastante ironia- o jeito de ser de uma parisiense. Algumas partes são bem engraçadas, mas confesso que me entediei em várias partes. Mas, como disse ali em cima, é um livro muito rápido de ler. Acabei em uns 3 dias, mesmo não achando tão legal assim.

Lendo o livro, mesmo sabendo de toda ironia, percebemos que sim, as parisienses são um pouco arrogantes e se sentem bem superiores. Confirmando tudo o que eu já tinha ouvido sobre elas. Tipo nasci em Paris, sou linda sem esforço. Não uso make, não uso roupas fashion {só as clássicas mesmo}, não uso muitos acessórios… Enfim, eu realmente não gostei, mesmo tentando levar para o lado divertido da coisa.

Vou colocar a sinopse aqui para vocês tentarem formar uma opinião sobre se leem ou não.

“O que torna a mulher francesa tão única e irresistível? A pergunta, que já foi feita milhares de vezes, agora é respondida de forma definitiva por quatro parisienses tão autênticas e charmosas quanto diferentes entre si. Em uma abordagem nova e divertida sobre o que é realmente ser uma parisiense hoje em dia — como elas se vestem, se divertem e se comportam —, a embaixadora da Chanel e musa da Lancôme Caroline de Maigret, a escritora Anne Berest, a produtora Sophie Mas e a jornalista Audrey Diwan são surpreendentemente francas e sem rodeios. Falando sobre filhos, relacionamentos, trabalho, estilo, cultura e muito mais, revelam seus segredos e defeitos, fazem piada dos próprios sentimentos e comportamentos complicados, e até admitem ser esnobes, um pouquinho egocêntricas e imprevisíveis. Mandonas e cheias de opiniões, sim, mas também meigas e românticas. Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo é um livro divertido e inspirador que desvenda o jeito de ser das francesas, mostrando o que elas pensam sobre estilo, cultura, comportamento e homens. Com dicas nem sempre politicamente corretas, é claro…”

Vale dizer que adorei as ilustrações do livro. Acho que foi o que realmente gostei nele.

Quem já leu? O que achou?? Será que só eu que não gostei?

Beijos

Dica de Leitura: A Garota que você deixou para trás

Comecei a ler A Garota que Você deixou para trás no final do ano passado e só acabei há mais ou menos 1 mês. Por mais contraditório que seja, eu amei o livro. Gostei muito mesmo. O que aconteceu foi apenas falta de tempo. Sei que muita gente vai falar que tempo a gente acha, mas juro eu estava fazendo várias coisas ao mesmo tempo.

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O primeiro livro que li sobre o Jojo Moyes foi A Ultima Carta de Amor, que apesar de não ter me conquistado nas primeiras páginas, foi um livro que gostei bastante também e que me fez comprar este. Igual ao primeiro que li, a Garota que você deixou para trás também conta duas histórias que se passaram em épocas diferentes. A primeira, durante a Primeira Guerra Mundial e a segunda, em 2006. Porém, como eu á tinha lido outro livro da autora antes, dessa vez tirei isso de letra e não fiquei me confundindo. Mesmo que você ainda não tenha lido outro livro dela antes, acho que logo você se acostuma. Achei que neste livro foi mais bem mais fácil de diferenciar as histórias.

Antes de contar qualquer outra coisa do livro e das histórias que me encantaram, vou colocar a sinopse aqui: “Durante a Primeira Guerra Mundial, o jovem pintor francês Édouard Lefèvre é obrigado a se separar de sua esposa, Sophie, para lutar no front. Vivendo com os irmãos e os sobrinhos em sua pequena cidade natal, agora ocupada pelos soldados alemães, Sophie apega-se às lembranças do marido admirando um retrato seu pintado por Édouard. Quando o quadro chama a atenção do novo comandante alemão, Sophie arrisca tudo — a família, a reputação e a vida — na esperança de rever Édouard, agora prisioneiro de guerra. Quase um século depois, na Londres dos anos 2000, a jovem viúva Liv Halston mora sozinha numa moderna casa com paredes de vidro. Ocupando lugar de destaque, um retrato de uma bela jovem, presente do seu marido pouco antes de sua morte prematura, a mantém ligada ao passado. Quando Liv finalmente parece disposta a voltar à vida, um encontro inesperado vai revelar o verdadeiro valor daquela pintura e sua tumultuada trajetória. Ao mergulhar na história da garota do quadro, Liv vê, mais uma vez, sua própria vida virar de cabeça para baixo. Tecido com habilidade, A garota que você deixou para trás alterna momentos tristes e alegres, sem descuidar dos meandros das grandes histórias de amor e da delicadeza dos finais felizes.”

Eu sempre gostei muito de ler livros, ver filmes e estudar os períodos de Guerra Mundial. Na escola, não era muito fã de História, mas o tema das Guerras sempre me chamou a atenção e eu sempre ia bem nas provas. Na minha Eurotrip em 2009 como meu primo, o que mais gostava de ver eram as coisas da Guerra. Eu já era encantada por Anne Frank e depois de conhecer a casa dela, me encantei ainda mais.

Esse livro me fez refletir ainda mais como foi o período da Primeira Guerra Mundial. Como diz na sinopse, Sophie arriscou tudo para ter seu marido e sua família feliz de volta. Em muitos trechos, chorei bastante. É incrível como o ser humano podia (ou pode ainda?) ser tão cruel.

Já na segunda parte, aprendi muita coisa sobre a burocracia dos objetos roubados durante as guerras. Coisa que não tinha nem ideia de como funcionava. Liv é uma mulher super determinada, porém não passa por cima dos sentimentos das pessoas.

Super recomendo o livro e para quem gosta de romance e histórias de guerra, tenho certeza que vai se apaixonar.

Alguém já leu este livro?

Beijos

Dica de Leitura: Mamãe Walsh

Todo final de ano, um livro da Marian Keyes é lançado no Brasil e isso não é novidade para mim {#ficaadica para quem não sabia}. Porém, no meio de novembro do ano passado, fui pega de surpresa. Andando pela Saraiva do Aeroporto de Guarulhos, dei de cara com o lançamento de 2014: Mamãe Walsh- Pequeno Dicionário da Familia Walsh. Para quem não sabia ou não percebeu ainda, sou viciada em todos os livros da autora. Não deixo passar um livro.  Então, já imaginem a minha expectativa, né?!

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Pois bem não pensei 2x e comprei. Assim que acabei o Menino do Pijama Listrado, já comecei a lê-lo. Diferente de todos os livros que já li da autora, este livro é bem fininho, tipo 1/5 dos outros livros, com apenas 159 páginas. Até aí, encarei como uma novidade e não me deixei desanimar, mas achava que Mamãe Walsh, com muito mais experiencia que suas filhas, teria um livro bem mais extenso.

Marian fez um livro completamente diferente dos outros. Enquanto os outros eram uma narrativa normal, dividida por capítulos, este é dividido pelas letras do alfabeto. Cada letra, tem um ou mais palavras escolhidas por ela para contar alguma estória ou situação. Durante o livro, ela menciona várias passagens dos outros livros das irmãs Walsh. Achei super legal, porque me fez relembrar situações divertidíssimas. Para quem já leu os outros livros da irmãs Walsh, vai relembrar bastante coisa aqui. Todas as irmãs Walsh, seus filhos, e o Papai Walsh aparecem por lá.

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A sinopse {que eu não li antes de ler o livro} diz muito sobre o livro:  “Cheio de humor, cheio de lágrimas, cheio de emoção e de vida. Depois de histórias que envolviam suas cinco filhas – Claire, Margaret, Rachel, Anna e Helen –, faltava um livro que trouxesse as palavras da matriarca de uma das famílias mais divertidas da literatura. Em “Mamãe Walsh – Pequeno Dicionário da Família Walsh”, Marian Keyes apresenta mais um exemplo que explica porque ela se tornou a maior escritora de chick-lit do planeta. A obra traz uma compilação de expressões que fazem o leitor compreender ainda melhor essa inusitada família. Em cada uma delas, a chefe do clã narra acontecimentos que ilustram o tema, como “H de Homens de verdade”, em que ela conta as aventuras com grandes exemplares do sexo masculino; ou “C de Cozinha”, com histórias sobre o dom culinário dos Walsh. Mamãe Walsh produzirá no leitor lembranças de cada um dos títulos anteriores de Marian, de Melancia a Chá de sumiço, causando identificação instantânea: quem nunca passou por situações loucas na vida? Um livro que convida todos a se divertirem mais uma vez com esses incríveis personagens. São páginas repletas de humor e sagacidade, como somente Marian Keyes é capaz de escrever.”

O que eu achei do livro?! Bom, já ouviram a frase: “Criem poneis malditos, mas não criem expectativas!” ?! Pois é, desde que ouvi a primeira vez, tento fazer disso um mantra na minha vida, mas quando me deparei com esse livro, fiquei tão empolgada que me esqueci disso. O livro é bom, tem situações divertidas, mas não é nem de perto o melhor livro da Marian Keyes. Ela tem livros muito mais incríveis do que este. E olha que eu sou fã e já li todos, hein?!

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Enfim, se você está a fim de uma leitura leve, com saudades da autora e já leu todos os outros ou quase todos, acho que vale a pena. É uma leitura super rápida, porque mesmo que não seja um dos melhores livros dela, dá para dar uma risadas.

Quem aí já leu o livro?! O que achou? Será que só eu que não me empolguei tanto?!

Beijos