Minhas Férias: NYC – Como ir, onde ficar e mais algumas dicas úteis

Quem me acompanhou nas redes sociais {insta: @giulicastro, snap: giuli.castro} soube que eu estava de férias em NYC. Fiquei uns 8 dias por lá e tenho muita coisa para contar para vocês e confesso que estava confusa de onde começar, mas resolvi começar pelo começo… hahahaha.

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Viajar é um dos maiores prazeres que tenho na vida, seja para qualquer lugar. Então vocês já conseguem imaginar que não foi nada fácil decidir o lugar. Me sinto super privilegiada porque já conheço vários lugares que sempre sonhei em conhecer, porém NYC estava da lista dos meus sonhos e nunca tinha ido. Conversando com Renato, resolvemos então, que NYC seria o destino das nossas férias deste ano.

Destino decidido, fomos procurar passagens e hotel. É sempre as primeiras coisas que fecho assim que decido o destino. Procuro em vários sites por preço e qualidade. Não preciso viajar na melhor companhia aérea do mundo, mas preciso que seja de confiança. Não preciso ficar no hotel mais luxuoso da cidade, mas preciso sim de um pouco de conforto {quem não gosta de uma cama bem gostosa para dormir e um chuveiro quente depois e andar o dia inteiro?}, limpeza e boa localização.

Pesquisamos muito, muito mesmo. E fechamos as passagens pela American Airlines, voo direto saindo de GRU. Compramos no site da Expedia, foi o melhor preço que encontramos. Já tínhamos usado o site para a nossa viagem de Las Vegas e gostamos muito. Inclusive a gente confundiu o horário da volta em Las Vegas e conseguimos trocar com muita facilidade na companhia aérea e com um preço super ok {acho que na época pagamos uma diferença de U$100.}, ou seja, super aprovo o Expedia.

Os vôos de ida e volta de NYC foram bem tranquilos. Nenhum atraso, tudo super pontual. Na ida, nossas malas chegaram certinho e na volta, devido uma confusão na esteira, acabamos pegando uma mala que não era nossa e a outra pessoa pegou a nossa. Porém, assim que percebemos fomos ao aeroporto, notificamos a companhia aérea que nos ajudou prontamente. Em 2h já estávamos com a nossa mala de volta.

Hospedagem em NYC é extremamente cara, principalmente se você faz questão de ficar em Manhattan. Nós fazíamos questão de ficar por lá porque é uma ótima localização, conseguimos fazer muitas coisas a pé, tem metro para todos os lados e ainda se você precisar usar Uber ou Taxi não vai ser uma facada. Apesar de ser mais caro que nos outros lugares, achamos que valeu super a pena.

Outro problema da hospedagem em NYC é que a maioria esmagadora dos hotéis em Manhattan são antigos. Eu sou super alérgica e só de imaginar aqueles carpetes lá há mil anos, já começo a espirrar e meus olhos já começam a inchar. Então nossa busca por um hotel que coubesse no nosso orçamento e que atendesse as nossas exigências. Depois de muito procurar, encontramos ótimas reviews sobre o ROW NYC e fechamos através do site Booking.com que estava com melhor preço.

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O ROW NYC foi uma escolha muito mais acertada do que imaginávamos. Conseguimos um ótimo preço no site por um hotel excelente. Porém, preciso alerta-los de algumas coisas que lemos nas reviews na internet de coisas que as vezes passam despercebidas quando estamos comprando. O ROW NYC cobra uma taxa de resort obrigatória e que não estava incluída no preço da diária do Booking.com. A gente prestou atenção, fizemos os cálculos e mesmo assim continuava valendo a pena se hospedar la. Lemos algumas pessoas dizendo que essas taxas não estavam descritas no site, etc, mas em todos os sites que procuramos antes de decidir, explicavam muito bem sobre essa taxa. Então, prestem bem atenção quando forem comprar. Essa taxa de resort talvez seja nova em NYC, mas já pagamos nos hoteis de Las Vegas e de Miami. Então, acho que é uma coisa que está ficando mais comum.

Outra coisa que está bem especificado no site do hotel é que sim, eles cobram por pacotes recebidos. Porém, não é novidade para mim, pois já paguei isso tanto em Las Vegas como em Miami. Afinal de contas, eles ficam responsáveis por tudo que você manda entregar lá. Imagina só quantas coisas as pessoas não mandam entregar la e quantas coisas de valor, né?! Imagina se eles perdem? É toda uma responsabilidade do hotel. Mas claro que você tem que também colocar isso na ponta do lápis. O que eu fiz? Comprei na internet somente o que eu saberia que não iria encontrar em lojas físicas. Desta forma, valeu super a pena.

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A foto não é minha, mas o nosso quarto er igualiznho a este. De frente para a cama tinha a TV e um mini armario com cofre, lugar para pendurar roupas, mesa e ferro para passar roupa.

O quarto do hotel não era grande, mas era confortável e super limpo. Coube nós 2 e mais nossas 4 malas grande + 2 pequenas. O banheiro também é super confortável. Optamos por um andar mais alto para ter menos barulho e deu muito certo. Nossas noites foram bem tranquilas. A cama é uma delícia, muito confortável mesmo. Daquelas que você descansa depois de um dia todo batendo perna pela cidade.

O hotel é muito grande, muito mesmo, porém, os elevadores são separados por andar o que ajuda muito a não ter filas gigantes de espera. Apenas um dia que chegamos por volta das 18h no hotel e tinha acabado de chegar uma excursão de adolescentes que praticamente bloqueou todo o hall dos elevadores. Porém, para a nossa sorte e felicidade, eles estavam em quartos em andares diferentes do nosso e não usavam o mesmo elevador. Amei esse esquema de elevadores separados por andar sim ou com certeza? hahaha

Nunca deixem de fazer um seguro viagem. Pesquisem sempre, leiam tudo que ele vai cobrir em caso de uma emergência e só então comprem. Ficar doente fora do Brasil é muito caro. Sua viagem de férias pode virar um pesadelo. Cada viagem fechamos por um lugar. Mas essa já é a segunda vez que fechamos pelo Itau. O preço estava muito bom e com uma cobertura bem completa. Nunca precisei usar nenhum dos seguros que fiz, mas sempre pesquiso bastante sobre cada um deles antes de fechar.

O nosso voo era para o aeroporto JFK que fica longe de Manhattan. Há diversas maneiras de ir para lá: trem + metro, táxi, uber, transfer particular e shuttle. Trem + metro já descartamos de cara porque estaríamos com muitas malas, saindo de um voo de quase 10h. Entre as outras opções, pesquisamos e achamos que o shuttle compenasava mais financeiramente. E realmente compensou. Confesso que logo que desci do avião me bateu um pouco de arrependimento,porque nada melhor que você sair na área de desembarque e já ter um transfer particular com o seu nome na plaquinha te esperando, né?! Mas o shuttle foi super tranquilo. Eles ficam ali na area de desembarque também, perto dos taxis. é só chegar lá com o seu comprovante que você já é colocado no proximo shuttle. Acho que não esperamos nem 10min. Para comprar, basta acessar o site da Super Shuttle, agendar e comprar. Já dá para comprar ida e volta, inclusive ele te pede o numero dos voos e os horários e já agenda. Tudo muito simples e prático. Deixaram a gente na porta do hotel e pegaram na porta do hotel também. Um coisa importante é lembrar que NYC é o caos quando se trata de transito, talvez pior que SP ou RJ, então é sempre bom pegar o transfer na volta umas 4-5h antes do voo.

Para andar em NYC, metro é sempre a melhor escolha. Tem linhas para todos os bairros e a gente usou muito, todos os dias. Se você vai ficar muitos dias, é vantajoso comprar o Metrocard ilimitado pelo numero de dias. Como nós ficamos 9 dias inteiros, escolhemos o Metrocard ilimitado de 1 semana e depois fizemos as conta e para os outros dias acabamos comprando avulso porque não valia a pena. O Metrocard ilimitado por 1 semana custa U$30 + U$1 {do cartão} e você pode usar quantas vezes quiser e precisar por uma semana depois da 1a vez que você passar na catraca. Para comprar avulso, custa U$2,75. Então, se você vai ficar poucos dias, é só fazer a conta e ver o que vale mais a pena. Mas, pelas minhas contas, a partir de 3 dias já vale a pena pegar o Metrocard Ilimitado de 7 dias.

Uma coisa que não fico sem de forma alguma: INTERNET. Preciso de internet para viver. Em NYC, precisa-se muito mais de internet. O google maps te salva sempre. É só colocar onde você tá e para onde você quer ir que ele te dá o passo a passo de qual linha de metro pegar, onde pegar, onde descer, quanto vai ter que andar a pé, etc. Ou seja, com internet ilimitada, você não fica perdido em NYC. Outra coisa que usei muito a internet {além de fazer snaps e postar no insta} foi reservar restaurantes. Os restaurantes mais legais de NYC {vou falar deles em um outro post} é impossível comer se voê não tiver espera. São horas de fila. Com o app do Open Table {outro item essencial, é so baixa na Apple Store} você consegue fazer reserva na maioria deles. A internet no celular foi crucial para isso. Apesar de ter meu roteiro bem organizado, nada sai 100% como planejamos, então muitas vezes deixei para fazer a reserva no dia {mas não use isso para o fim de semana, por ex, são todos bem lotados} e fazia da rua, do meu celular.

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Desta vez, eu comprei meu chip no site da Easysim4you. Lá você escolhe sue plano por dia e customiza da forma que você quiser {pode colocar ligações para o BR, DDD nacional e outras coisas mais}. Eles entregam o chip na sua casa, via correios. O sedex chega em 3 dias uteis. Os chips são da operadora T-Mobile. Eu já tinha usado essa operadora em outras viagens e super funcionou. Desta vez, não foi diferente. O chip funcionou super bem, em todos os lugares que fomos. O preço é muito bom, mais barato que já paguei em todas as outras viagens que fiz. E o melhor de tudo, você já sai do avião com o chip no seu celular. Não precisa esperar chegar até a cidade para comprar. Achei super prático e indico super. Com certeza vou usar para as próximas viagens! Ah, e eles tem cobertura para mais de 140 paises. Vale a pena!

E por ultimo, espero não ter esquecido de nada, foi os lacres da SealBag para as nossas malas. São lacres numerados e únicos, então ninguém consegue trocar seu lacre sem que você perceba. Você lacra a mala com ele, depois tira foto do numero e despacha. Assim que sua mala chegar na esteira,você já sabe se ela foi aberta ou não. Não precisa esperar chegar em casa e abrir a mala para perceber isso. A felicidade de ver sua mala com o lacre certinho na esteira, não tem preço! Você sabe que ninguém mexeu.

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Ufa!! Acho que é isso! Espero que tenham gostado deste post e logo mais venho com outros sobre a cidade e as compras! Me contem o que vocês mais querem saber!!

Beijos

Os melhores lugares para curtir a cultura local de São Paulo

Fui desafiada pelo Expedia a falar sobre os programas mais legais de São Paulo. Vivi lá por doze anos e não consegui aproveitar tudo o que a cidade oferece, mas sempre que posso, dou uma escapadinha para lá. Sim, morro de saudades daquela selva de concreto.

São Paulo é muito mais que uma cidade de negócios. É uma cidade em que encontramos todos os tipos de programas possíveis, para todas as idades e gostos.

Começando por atrações ao ar livre, o meu lugar preferido é o Parque do Ibirapuera. Dos doze anos que morei lá, onze deles foram ao lado do Parque. É um ótimo lugar para desestressar e estar em contato com a natureza. Sempre que conseguia, ia para lá fazer minhas corridas diárias e aproveitar para tomar uma água de coco natural.

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Além do Parque do Ibirapuera, outro lugar que conheci, frequentei pouco, mas que me apaixonei, foi o Jardim Botânico. Talvez pela localização, eu não consegui frequentar muitas vezes, mas o lugar é maravilhoso e vale muito a visita.

Adoro andar pela Rua 25 de março, fazer umas comprinhas e depois almoçar no Mercadão. Por lá não faltam opções: como o famoso pão com mortadela ou o pastel do Hocca. Eu fico com o pastel, mas quem já comeu o pão de mortadela, diz ser imperdível.

Ainda no centro antigo da cidade, além da 25 de março e o Mercadão, você pode aproveitar para conhecer a Igreja da Sé que é lindíssima, o Pátio do Colégio e ainda subir na Torre do Banespa e ver toda a cidade lá de cima.

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Falando em gastronomia, não pode deixar de comer feijoada . Eu indico muito a feijoada do restaurante Tordesilhas que fica no coração dos Jardins e é a melhor feijoada que já comi em São Paulo. A feijoada é servida somente aos sábados, no horário do almoço por lá. Depois, para fazer a digestão, nada melhor do que caminhar pelas ruas tranquilas do Jardins. E para quem gosta de doce… La Vie in Douce.

Ir a São Paulo e não comer a famosa pizza, não é ir a São Paulo. A pizza mais famosa e, na minha opinião, a melhor pizza do país não pode ser deixada de lado. Minhas pizzarias preferidas são: Margherita {no Jardins}Veridiana {Jardins ou Higienópolis} ou ainda para apreciar a pizza e conhecer o bairro do Bixiga, indico a Speranza {tem também em Moema e em Santana}

Aos sábados, além de comer a feijoada, também tem 2 feirinhas bem legais: de antiguidades, na Praça Benedito Calixto e a da Liberdade. Para quem gosta de gastronomia asiática, a Liberdade é o paraíso. Você pode trocar a feijoada por algum restaurante asiático de lá. Além, disso, para quem é igual a mim e adora um cosmético ou maquiagem, não pode deixar de visitar a loja gigante da Ikezaki. Mesmo que você não vá comprar nada {que eu duvido muito}, vale a visita.

Falando em museus, quem visita a cidade não pode deixar de ir ao MASP. Além dele, ainda tem o Museu da Língua Portuguesa, Memorial da América Latina, Pinacoteca, Museu da Arte Moderna, Bienal e Museu do Ipiranga.

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Para quem ama futebol, pode assistir um jogo em algum dos estádios: Pacaembu, Morumbi ou Palestra. Caso você não queira assistir toda uma partida ou não tenha nenhum jogo nos dias que você estiver na cidade, você pode visitar o Museu do Futebol que fica no Estádio do Pacaembu.

A noite não vale ficar em casa, certo?! São Paulo tem baladas para todos os gostos: eletrônica, pop, sertanejo, pagode, samba, etc. Se você não curte balada, pode escolher algum dos vários bares da Vila Madalena. Agora se você curte algo mais tranquilo, pode ir jantar no Terraço Itália ou então ir para o Bar do Hotel Unique, o Skye.

Além de São Paulo, temos muitas outras cidades com muitos programas legais de cultura local. No blog da Expedia Brasil tem várias dicas. Não deixe de conferir.

Gostaram? Quem é de SP, já conhece todos esses lugares?

Beijos

*Publipost

 

Giuli Viaja: Cataratas do Iguaçu

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Final do ano passado, estava tudo muito conturbado com casamento, lua-de-mel e mudança, acabamos deixando para resolver o Reveillon em cima da hora. E como tudo que fica para ultima hora, fica muito caro. E foi por ai que começamos a decidir qual seria nosso destino no Reveillon.

Não sei se já falei para vocês, mas eu não sou super fã das festas de final de ano, mas gosto muito de aproveitar o feriado do Reveillon para viajar, e geralmente para a praia. Porém, como deixamos para ultima hora, as passagens aéreas estavam muito caras e como só poderíamos viajar no dia 31/12, descartamos as praias do estado de SP por causa do trânsito. Foi ai que comentei que gostaria de conhecer as Cataratas do Iguaçu. Seriam uns 600km de carro, mas decidimos encarar. Destino decido, onde ficar?

Comecei a pesquisar vários hotéis, mas não tínhamos dicas de pessoas conhecidas e já caímos em um cilada do Trip Advisor. Então sempre ficamos um pouco receosos com as indicações não só de lá, mas de pessoas desconhecidas. Olhamos muitos hotéis, demoramos mais um pouco para decidir, porque além de tudo, tínhamos a opção de escolher ficar do lado brasileiro ou do lado argentino. Depois de muito procurar e pensar, escolhemos ficar do lado brasileiro, no hotel que fica dentro do Parque Nacional das Cataratas: Belmond Hotel das CataratasFizemos a reserva pelo Booking.com e deu tudo super certo.

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Saímos daqui, de Presidente Prudente, dia 31/12 bem cedinho, umas 07:00  e chegamos lá por volto 12:00. No Parque não pode entrar carro. Então, assim que chegamos na entrada do Parque, eles nos indicam um estacionamento do hotel para parar o carro e uma van nos pega e leva para hotel. A van sai de 30min em 30min, tanto para sair do hotel, quanto para voltar para lá.

Assim que chegamos no hotel, já fiquei impressionada! O hotel é de frente para as Cataratas! Uma vista linda!

Chegamos, fizemos check-in e fomos almoçar. Enquanto isso liberaram nosso quarto. Como chegamos no dia 31/12 e tinha a festa de Reveillon, aproveitamos para descansar e não fizemos nenhum passeio. Fomos até as cataratas ali na frente do hotel para conhecer, mas só. O hotel fez uma festa de Reveillon legal, mas não foi super badalada, mesmo porque a maioria dos hospedes estavam em família. Tinham muitos gringos também.

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O hotel é maravilhoso. O nosso quarto não era muito grande, mas tinha um tamanho bom e confortável. Apesar de ser bem antigo, é tudo bem conservado e reformado. Nada tem caro de velho ou abandonado. As comidas são bem gostosas. São dois restaurantes e um bar. Durante o dia, só um restaurante funciona, mas para o jantar, o restaurante da piscina funciona com buffet a vontade e o outro, a la carte. No bar, além dos drinks são servidos alguns lanches rápidos também.

No segundo dia, fizemos o passeio a pé, até as cataratas do lado brasileiro de manhã. A capa de chuva é super importante porque molha muito mesmo. Com a capa molha menos, mas ainda assim molha. O lugar é maravilhoso, mas como tem muita água, aconselho a ir de óculos escuro, porque senão não conseguimos abrir os olhos.

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A tarde, fizemos o passeio que fomos de barco até as cataratas, o Macuco Safari. Esse passeio tem que fazer! Custa por volta de R$200,00 por pessoa, mas vale muito a pena. Foi o passeio que mais gostei de todos que eu fiz, queria até fazer de novo. Se tiver calor, vá de biquini/maiô e com a capa de chuva. Eu fui de body com um short jeans e com a capa de chuva. Voltei encharcada. Se você não for ficar hospedado no hotel dentro do Parque, leve uma troca de roupa, porque molha muito mesmo. Ah, e não esqueça de levar algo para prender o cabelo, porque eu esqueci! Meu cabelo ficou uó. Eles fazem fotos durante o passeio, mas se você tiver câmera a prova d’agua, pode levar também.

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No terceiro dia, fomos para o lado argentino. Fomos de carro até lá, não é longe, mas tem bastante transito para atravessar a fronteira, não sei se era devido ao feriado, mas ficamos pelo menos 1h hora na fila para passar na imigração. Para a imigração não precisa de passaporte, pode ser até a carteira de motorista. Como eu não tinha certeza e meu RG tem mais de 10 anos, acabei indo com o passaporte.

No parque tem estacionamento para carro e estacionamos por lá. Tem bastante placas e na imigração, eles também explicam direitinho. Para entrar no parque do lado argentino, tem que pagar um ingresso {assim como do lado brasileiro também}, porém, eles só aceitam pesos como pagamento. É importante lembrar de trocar um pouco de dinheiro.

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Como chegamos lá já perto do meio-dia, fomos almoçar. Não achamos muitas opções, mas confesso que no ficamos um pouco perdidos assim que entramos no parque. Comemos uma pizza que estava ok.  De lá pegamos um trem para a Garganta do Diabo que é a maior e mais conhecida catarata. Depois que descemos do trem, adamos por uma longa passarela até chegar lá. Não sei se foi o dia que escolhemos, um sábado, mas o lado argentino estava muito mais cheio que o lado brasileiro, quase não conseguimos tirar fotos. Na garganta do Diabo não molha nada, nem precisa de capa de chuva. Depois voltamos para o hotel.

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No ultimo dia, tomamos café e voltamos para casa. Foi uma viagem rápida, mas que valeu super a pena. O lugar é maravilhoso. Eu, que nunca tinha ido para lá, voltei realmente encantada. Já estou pensando em voltar.

E vocês, já conhecem as Cataratas?

Beijos