Minhas Férias: NYC – Roteiro

Finalmente o meu ultimo post de NYC. O tão falado roteiro! Demorei muito para fazer e para organizar o post foi ainda mais díficil, já que eu não lembrava de algumas coisas. Mas eu tinha guardadas as notinhas das minhas compras e as fotos. Então fui juntando as peças do quebra cabeça com as notinhas e os meus looks usados.

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Vista do Empire State

Organizar um roteiro de férias pode ser uma delícia, mas ao mesmo tempo pode ter um tormento. Eu nunca tinha ido a NYC e tudo que eu lia e via sobre a cidade, eu queria colocar no meu roteiro. Porém, eu não tinha dias infinitos por lá e chegou um momento que precisei priorizar. Algumas coisas eu não consegui fazer e precisarei de uma nova viagem para fazer. Ah, e não é porque você fez o roteiro que você vai conseguir segui-lo fielmente. Lembre-se que as vezes é preciso ser flexível. Eu mesma precisei mudar algumas vezes, ou porque choveu, ou porque fez muito frio ou porque o restaurante da região que eu queria não tinha mais reserva. Enfim, tenha seu roteiro em mãos para não se perder, mas não seja inflexível.

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Antes de começar meu roteiro, é importante saber que eu tive 7 dias inteiros + 2 meio dias. Eu fui em novembro, cheguei dia 15 e fui embora dia 23. Anoitece super cedo nessa epoca, por volta das 16-16h30. Eu fiquei no ROW NYC Hotel na 44&8, pertinho da Times Square. Já fiz alguns posts sobre a minha viagem: Como ir, onde ficar e mais algumas dicas úteis, Restaurantes e Compras.

1o dia: Nosso voo chegou no JFK por volta das 7:00 da manhã, fizemos nossa imigração e pegamos o Super Shuttle para o nosso hotel. Chegamos lá por volta das 10:30 da manhã e deixamos a nossa mala. Já aqui, precisamos refazer o nosso roteiro porque estava chovendo. Não pretendíamos ir a nenhum museu nesse dia, pois viemos de um voo noturno e estávamos muito cansados. Porém, a chuva não nos deu outra opção. Almoçamos no Shake Shack em frente ao nosso hotel e depois fomos ao Metropolitan Museum. Passamos a tarde por lá e quando saímos de la, a chuva já tinha passado. Voltamos para o hotel, nos arrumamos e fomos jantar no Fig & Olive {já tínhamos a reserva}

2o dia: Esse era um dos únicos dias que não podiam ser alterados no nosso roteiro. Compramos já aqui no Brasil, pelo site do groupon, passagens com desconto para o Woodburry outlet. Demos muita sorte e não choveu nesse dia e em nenhum outro que ficamos por lá. Conseguimos passar o dia todo fazendo compras. Para quem quiser saber mais sobre compras, já fiz um post só sobre isso aqui. Nesse dia, jantamos ali na Times Square que era bem perto do nosso hotel. Ficamos acabados e não tínhamos força para mais nada.

3o dia: Tomamos café da manhã na Dean & Delucca da 8a Ave. De lá fomos andando ao Bryant Park. Amei o Bryant. É um parque pequeno, mas super agradável e aconchegante. Tinha a pista de patinação de gelo {nós não patinamos} e várias barraquinhas vendendo coisinhas.

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Aproveitamos e fomos na Biblioteca Pública que é do lado do parque. Entramos para conhecer, é de graça. A arquitetura é maravilhosa. Vale a pena conhecer.

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De lá, fomos na famosa loja de eletrônicos B&H para comprar alguns equipamentos para a nossa câmera fotográfica. Almoçamos no Eataly. A nossa intenção era ver o pôr-do-sol nesse dia no Top of the Rock, mas chegamos lá as 15h25 e a fila era de 1 hora para subir. Acabamos desistindo porque o pôr-do-sol estava previso para as 16h, neste dia. Aproveitamos o tempo que ficou livre e fomos na Sacks 5th  Ave que é em frente.

A noite, fomos assistir Alladin. Compramos os ingressos ainda aqui no Brasil. Eu amei o musical! Vale muito a pena. O ator que faz o gênio da lâmpada é fantástico. De lá, fomos jantar no Burger Joint do Hotel Le Parker Meridien.

4o dia: Segundo a previsão, este era o ultimo dia menos frio. Aproveitamos então para ir na Estatua da Liberdade. Antes passamos na Harmon para algumas comprinhas.

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De lá, pegamos o metro e chegamos no local para pegar o barco para Estátua. Antes de ir, ouvi muita gente dizendo que não valia a pena ir até lá. Para mim, valeu a pena. Achei muito legal e indico para quem nunca foi. Não sei se voltaria, talvez no verão. Mas é daqueles lugares que eu acho que temos que ir uma vez na vida.

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Voltamos da Estátua, andamos pelo Financial Disctrict e fomos ao novo observatório do One Trade Center e também no Memorial 11/09. O observatório é muito legal, você tem uma vista de 360o da cidade. Bem diferente da vista do Top of the Rock ou do Empire State. Já no memorial, eu fiquei muito emocionada e não me senti bem. Talvez porque eu lembre como se fosse hoje o dia do atentado. Vi tudo, mas no final comecei a me sentir muito mal e optei por sair mais rápido. Voltamos para o hotel e fomos jantar no Catch com um casal de amigos.

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5o dia: Acordamos bem cedinho, fomos ao Empire State, andamos pela redondeza, pois o Renato tinha morado por ali e queria voltar perto do apartamento que tinha morado. Depois passamos na Uniqlo do lado do Empire para garantir mais roupas de frio porque a previsão era que o frio ia aumentar muito e nós não tínhamos roupa.

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Fomos encontrar nosso casal de amigo em Williamsburg, almoçamos e passamos a tarde por lá com eles. Eu adorei Williamsburg. É bem diferente do burburinho de Manhattan, mas super agradável para andar na rua. E já tem muitas lojas legais por lá.

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Quando voltamos para Manhattan, jantamos no Five Guys e fomos dormir.

6o dia: Neste dia amanheceu muito frio. As roupas que compramos no dia anterior nos salvaram. Apesar do frio, fomos ao Highline assim mesmo. Não estava muito bonito, já não tinha flores. O outono já reinava por ali. Mas foi legal conhecer. Quero voltar no verão.

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Almoçamos no Chelsea Market que é ali do lado e depois fomos caminhando por Greenwich Village até o prédio do Friends, minha série preferida da vida!

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De lá, pegamos o metro e fomos para o Top of the Rock. Dessa vez, chegamos mais cedo e conseguimos subir sem fila. Mas tava ventando muito, muito mesmo. Foi quase impossível fazer fotos. Saíamos na parte aberta, fazíamos umas 3 fotos e voltávamos para dentro para esquentar. Ficamos bastante tempo por lá para conseguir fazer tudo. A vista é das minhas preferidas. Se eu tivesse que escolher só para subir, seria lá.

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Fomos depois para a Grand Central. Eu queria muito comer na Magnolia Bakery de novo. Mas a fila estava gigantesca e acabei desistindo. De lá, resolvemos então ir na Magnolia da Columbus Circle, mas acabamos não achando. Passeamos por um mini shopping que tem ali e voltamos para o hotel.

Jantamos no Hard Rock Cafe, que não recomendamos, e fomos para a Times Square pois estava nevando!!! Eu nunca tinha visto neve na vida! Estava muito feliz, parecia criança! Mas a bateria do meu celular acabou e eu não consegui registrar nada!! Dormi torcendo para amanhecer nevando! hahahaha

7o dia: Amanheceu ainda mais frio, pegamos o metro em direção a Chinatown porque eu queria muito ir na loja coreana Everyday Beauty Lab que vende os produtos da Missha. Vale super a pena. Continuamos nossa caminhada e chegamos em Little Italy. E advinhem? Nevou! Consegui fazer fotos, videos. Fiquei super feliz! Achei Chinatown e Little Italy um pouco bagunçadas, mas gostei.

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Finalmente, consegui registrar a neve <3

De lá fomos para o Soho. AMEI! Adorei andar ali na Broadway pelas lojas. Fizemos algumas comprinhas e fomos almoçar no Balthazar. Este restaurante já tinha sido super recomendado e eu reforço o coro: vá ao Balthazar! É uma delicia! Vale cada centavo gasto.

De lá, pegamos o metro e fomos para a 5a Ave, andamos, fizemos algumas comprinhas, andamos bastante por lá e voltamos para o hotel. Jantamos por ali, na Times Square.

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Tava muito frio!!!

8o dia: Finalmente, chegou o dia de caminhar  pelo Central Park. Eu já tinha conhecido no 1o dia, quando fui no Metropolitan.  Mas como estava chovendo, não andei por lá. O parque é gigantesco e maravilhoso. Rende fotos incríveis.

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Almoçamos por la, no The Loeb Boathouse e partimos para o Museu de História Natural. Aqui é uma opinião bem pessoal, mas eu não gostei desse museu e não indico perder seu tempo por lá.

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A noite, fomos jantar com um amigo do Renato em Greenwich Village. Escolhemos os Umami Burger, que recomendo muito. O melhor hamburguer que comi na cidade. Se eu tivesse conhecido no começo da viagem, com certeza, teria repetido!

9o dia: Esse era o nosso dia de voltar para casa, então teríamos apenas meio dia. Aproveitamos a manhã para ir nos letreiros do LOVE e HOPE ali perto do Bryant.

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De lá, voltamos na Harmon para comprinhas de ultima hora e passamos na Game Stop para o Renato ver alguns jogos de PS4 também. De lá, optamos por almoçar de novo, no Eataly, no mesmo restaurante. Inclusive, eu pedi o mesmo prato! hahahahaha. Depois fomos em East Village, para comermos a sobremesa no Max Brenner. E assim fechamos a nossa viagem! Voltamos para o nosso hotel, fechamos as malas, fizemos check-out e pegamos o shuttle de volta para o aeroporto.

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Mais uma do Central Park para me despedir <3

Como eu disse, tem muitas coisas para fazer em NYC e eu não consegui fazer tudo que eu queria. Tentei organizar aqui o meu roteiro e espero ter ajudado vocês. Ah, e lembram que eu disse que é sempre bom ser flexível? Pois é, se comparar esse roteiro com o original que montamos antes de sair do Brasil, pouquíssimas coisas coincidem. Mas usamos o roteiro original como um checklist do que queríamos ver. Então, mesmo não seguindo, ele foi super util.

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Vista do Top of the Rock

O meu roteiro foi bastante corrido, chegávamos mortos todos os dias no hotel e ainda pegamos uma época em que anoitece as 16h. As lojas e os lugares não fecham, mas muitas coisas não tem a mesma graça que a luz do dia. Acho que em épocas com o por-do-sol mais tarde, é mais fácil de otimizar o roteiro.

Vista de Manhattan a partir de Williamsburg - NYC - Giuli Castro

Vista de Manhattan a partir de Williamsburg

Espero que tenham gostado!

Para quem quiser ver todos os posts sobre NYC, é só clicar aqui.

Beijos

Fotos: @renatositnik e acervo pessoal

Minhas Férias: NYC – Como ir, onde ficar e mais algumas dicas úteis

Quem me acompanhou nas redes sociais {insta: @giulicastro, snap: giuli.castro} soube que eu estava de férias em NYC. Fiquei uns 8 dias por lá e tenho muita coisa para contar para vocês e confesso que estava confusa de onde começar, mas resolvi começar pelo começo… hahahaha.

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Viajar é um dos maiores prazeres que tenho na vida, seja para qualquer lugar. Então vocês já conseguem imaginar que não foi nada fácil decidir o lugar. Me sinto super privilegiada porque já conheço vários lugares que sempre sonhei em conhecer, porém NYC estava da lista dos meus sonhos e nunca tinha ido. Conversando com Renato, resolvemos então, que NYC seria o destino das nossas férias deste ano.

Destino decidido, fomos procurar passagens e hotel. É sempre as primeiras coisas que fecho assim que decido o destino. Procuro em vários sites por preço e qualidade. Não preciso viajar na melhor companhia aérea do mundo, mas preciso que seja de confiança. Não preciso ficar no hotel mais luxuoso da cidade, mas preciso sim de um pouco de conforto {quem não gosta de uma cama bem gostosa para dormir e um chuveiro quente depois e andar o dia inteiro?}, limpeza e boa localização.

Pesquisamos muito, muito mesmo. E fechamos as passagens pela American Airlines, voo direto saindo de GRU. Compramos no site da Expedia, foi o melhor preço que encontramos. Já tínhamos usado o site para a nossa viagem de Las Vegas e gostamos muito. Inclusive a gente confundiu o horário da volta em Las Vegas e conseguimos trocar com muita facilidade na companhia aérea e com um preço super ok {acho que na época pagamos uma diferença de U$100.}, ou seja, super aprovo o Expedia.

Os vôos de ida e volta de NYC foram bem tranquilos. Nenhum atraso, tudo super pontual. Na ida, nossas malas chegaram certinho e na volta, devido uma confusão na esteira, acabamos pegando uma mala que não era nossa e a outra pessoa pegou a nossa. Porém, assim que percebemos fomos ao aeroporto, notificamos a companhia aérea que nos ajudou prontamente. Em 2h já estávamos com a nossa mala de volta.

Hospedagem em NYC é extremamente cara, principalmente se você faz questão de ficar em Manhattan. Nós fazíamos questão de ficar por lá porque é uma ótima localização, conseguimos fazer muitas coisas a pé, tem metro para todos os lados e ainda se você precisar usar Uber ou Taxi não vai ser uma facada. Apesar de ser mais caro que nos outros lugares, achamos que valeu super a pena.

Outro problema da hospedagem em NYC é que a maioria esmagadora dos hotéis em Manhattan são antigos. Eu sou super alérgica e só de imaginar aqueles carpetes lá há mil anos, já começo a espirrar e meus olhos já começam a inchar. Então nossa busca por um hotel que coubesse no nosso orçamento e que atendesse as nossas exigências. Depois de muito procurar, encontramos ótimas reviews sobre o ROW NYC e fechamos através do site Booking.com que estava com melhor preço.

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O ROW NYC foi uma escolha muito mais acertada do que imaginávamos. Conseguimos um ótimo preço no site por um hotel excelente. Porém, preciso alerta-los de algumas coisas que lemos nas reviews na internet de coisas que as vezes passam despercebidas quando estamos comprando. O ROW NYC cobra uma taxa de resort obrigatória e que não estava incluída no preço da diária do Booking.com. A gente prestou atenção, fizemos os cálculos e mesmo assim continuava valendo a pena se hospedar la. Lemos algumas pessoas dizendo que essas taxas não estavam descritas no site, etc, mas em todos os sites que procuramos antes de decidir, explicavam muito bem sobre essa taxa. Então, prestem bem atenção quando forem comprar. Essa taxa de resort talvez seja nova em NYC, mas já pagamos nos hoteis de Las Vegas e de Miami. Então, acho que é uma coisa que está ficando mais comum.

Outra coisa que está bem especificado no site do hotel é que sim, eles cobram por pacotes recebidos. Porém, não é novidade para mim, pois já paguei isso tanto em Las Vegas como em Miami. Afinal de contas, eles ficam responsáveis por tudo que você manda entregar lá. Imagina só quantas coisas as pessoas não mandam entregar la e quantas coisas de valor, né?! Imagina se eles perdem? É toda uma responsabilidade do hotel. Mas claro que você tem que também colocar isso na ponta do lápis. O que eu fiz? Comprei na internet somente o que eu saberia que não iria encontrar em lojas físicas. Desta forma, valeu super a pena.

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A foto não é minha, mas o nosso quarto er igualiznho a este. De frente para a cama tinha a TV e um mini armario com cofre, lugar para pendurar roupas, mesa e ferro para passar roupa.

O quarto do hotel não era grande, mas era confortável e super limpo. Coube nós 2 e mais nossas 4 malas grande + 2 pequenas. O banheiro também é super confortável. Optamos por um andar mais alto para ter menos barulho e deu muito certo. Nossas noites foram bem tranquilas. A cama é uma delícia, muito confortável mesmo. Daquelas que você descansa depois de um dia todo batendo perna pela cidade.

O hotel é muito grande, muito mesmo, porém, os elevadores são separados por andar o que ajuda muito a não ter filas gigantes de espera. Apenas um dia que chegamos por volta das 18h no hotel e tinha acabado de chegar uma excursão de adolescentes que praticamente bloqueou todo o hall dos elevadores. Porém, para a nossa sorte e felicidade, eles estavam em quartos em andares diferentes do nosso e não usavam o mesmo elevador. Amei esse esquema de elevadores separados por andar sim ou com certeza? hahaha

Nunca deixem de fazer um seguro viagem. Pesquisem sempre, leiam tudo que ele vai cobrir em caso de uma emergência e só então comprem. Ficar doente fora do Brasil é muito caro. Sua viagem de férias pode virar um pesadelo. Cada viagem fechamos por um lugar. Mas essa já é a segunda vez que fechamos pelo Itau. O preço estava muito bom e com uma cobertura bem completa. Nunca precisei usar nenhum dos seguros que fiz, mas sempre pesquiso bastante sobre cada um deles antes de fechar.

O nosso voo era para o aeroporto JFK que fica longe de Manhattan. Há diversas maneiras de ir para lá: trem + metro, táxi, uber, transfer particular e shuttle. Trem + metro já descartamos de cara porque estaríamos com muitas malas, saindo de um voo de quase 10h. Entre as outras opções, pesquisamos e achamos que o shuttle compenasava mais financeiramente. E realmente compensou. Confesso que logo que desci do avião me bateu um pouco de arrependimento,porque nada melhor que você sair na área de desembarque e já ter um transfer particular com o seu nome na plaquinha te esperando, né?! Mas o shuttle foi super tranquilo. Eles ficam ali na area de desembarque também, perto dos taxis. é só chegar lá com o seu comprovante que você já é colocado no proximo shuttle. Acho que não esperamos nem 10min. Para comprar, basta acessar o site da Super Shuttle, agendar e comprar. Já dá para comprar ida e volta, inclusive ele te pede o numero dos voos e os horários e já agenda. Tudo muito simples e prático. Deixaram a gente na porta do hotel e pegaram na porta do hotel também. Um coisa importante é lembrar que NYC é o caos quando se trata de transito, talvez pior que SP ou RJ, então é sempre bom pegar o transfer na volta umas 4-5h antes do voo.

Para andar em NYC, metro é sempre a melhor escolha. Tem linhas para todos os bairros e a gente usou muito, todos os dias. Se você vai ficar muitos dias, é vantajoso comprar o Metrocard ilimitado pelo numero de dias. Como nós ficamos 9 dias inteiros, escolhemos o Metrocard ilimitado de 1 semana e depois fizemos as conta e para os outros dias acabamos comprando avulso porque não valia a pena. O Metrocard ilimitado por 1 semana custa U$30 + U$1 {do cartão} e você pode usar quantas vezes quiser e precisar por uma semana depois da 1a vez que você passar na catraca. Para comprar avulso, custa U$2,75. Então, se você vai ficar poucos dias, é só fazer a conta e ver o que vale mais a pena. Mas, pelas minhas contas, a partir de 3 dias já vale a pena pegar o Metrocard Ilimitado de 7 dias.

Uma coisa que não fico sem de forma alguma: INTERNET. Preciso de internet para viver. Em NYC, precisa-se muito mais de internet. O google maps te salva sempre. É só colocar onde você tá e para onde você quer ir que ele te dá o passo a passo de qual linha de metro pegar, onde pegar, onde descer, quanto vai ter que andar a pé, etc. Ou seja, com internet ilimitada, você não fica perdido em NYC. Outra coisa que usei muito a internet {além de fazer snaps e postar no insta} foi reservar restaurantes. Os restaurantes mais legais de NYC {vou falar deles em um outro post} é impossível comer se voê não tiver espera. São horas de fila. Com o app do Open Table {outro item essencial, é so baixa na Apple Store} você consegue fazer reserva na maioria deles. A internet no celular foi crucial para isso. Apesar de ter meu roteiro bem organizado, nada sai 100% como planejamos, então muitas vezes deixei para fazer a reserva no dia {mas não use isso para o fim de semana, por ex, são todos bem lotados} e fazia da rua, do meu celular.

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Desta vez, eu comprei meu chip no site da Easysim4you. Lá você escolhe sue plano por dia e customiza da forma que você quiser {pode colocar ligações para o BR, DDD nacional e outras coisas mais}. Eles entregam o chip na sua casa, via correios. O sedex chega em 3 dias uteis. Os chips são da operadora T-Mobile. Eu já tinha usado essa operadora em outras viagens e super funcionou. Desta vez, não foi diferente. O chip funcionou super bem, em todos os lugares que fomos. O preço é muito bom, mais barato que já paguei em todas as outras viagens que fiz. E o melhor de tudo, você já sai do avião com o chip no seu celular. Não precisa esperar chegar até a cidade para comprar. Achei super prático e indico super. Com certeza vou usar para as próximas viagens! Ah, e eles tem cobertura para mais de 140 paises. Vale a pena!

E por ultimo, espero não ter esquecido de nada, foi os lacres da SealBag para as nossas malas. São lacres numerados e únicos, então ninguém consegue trocar seu lacre sem que você perceba. Você lacra a mala com ele, depois tira foto do numero e despacha. Assim que sua mala chegar na esteira,você já sabe se ela foi aberta ou não. Não precisa esperar chegar em casa e abrir a mala para perceber isso. A felicidade de ver sua mala com o lacre certinho na esteira, não tem preço! Você sabe que ninguém mexeu.

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Ufa!! Acho que é isso! Espero que tenham gostado deste post e logo mais venho com outros sobre a cidade e as compras! Me contem o que vocês mais querem saber!!

Beijos

Os melhores lugares para curtir a cultura local de São Paulo

Fui desafiada pelo Expedia a falar sobre os programas mais legais de São Paulo. Vivi lá por doze anos e não consegui aproveitar tudo o que a cidade oferece, mas sempre que posso, dou uma escapadinha para lá. Sim, morro de saudades daquela selva de concreto.

São Paulo é muito mais que uma cidade de negócios. É uma cidade em que encontramos todos os tipos de programas possíveis, para todas as idades e gostos.

Começando por atrações ao ar livre, o meu lugar preferido é o Parque do Ibirapuera. Dos doze anos que morei lá, onze deles foram ao lado do Parque. É um ótimo lugar para desestressar e estar em contato com a natureza. Sempre que conseguia, ia para lá fazer minhas corridas diárias e aproveitar para tomar uma água de coco natural.

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Além do Parque do Ibirapuera, outro lugar que conheci, frequentei pouco, mas que me apaixonei, foi o Jardim Botânico. Talvez pela localização, eu não consegui frequentar muitas vezes, mas o lugar é maravilhoso e vale muito a visita.

Adoro andar pela Rua 25 de março, fazer umas comprinhas e depois almoçar no Mercadão. Por lá não faltam opções: como o famoso pão com mortadela ou o pastel do Hocca. Eu fico com o pastel, mas quem já comeu o pão de mortadela, diz ser imperdível.

Ainda no centro antigo da cidade, além da 25 de março e o Mercadão, você pode aproveitar para conhecer a Igreja da Sé que é lindíssima, o Pátio do Colégio e ainda subir na Torre do Banespa e ver toda a cidade lá de cima.

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Falando em gastronomia, não pode deixar de comer feijoada . Eu indico muito a feijoada do restaurante Tordesilhas que fica no coração dos Jardins e é a melhor feijoada que já comi em São Paulo. A feijoada é servida somente aos sábados, no horário do almoço por lá. Depois, para fazer a digestão, nada melhor do que caminhar pelas ruas tranquilas do Jardins. E para quem gosta de doce… La Vie in Douce.

Ir a São Paulo e não comer a famosa pizza, não é ir a São Paulo. A pizza mais famosa e, na minha opinião, a melhor pizza do país não pode ser deixada de lado. Minhas pizzarias preferidas são: Margherita {no Jardins}Veridiana {Jardins ou Higienópolis} ou ainda para apreciar a pizza e conhecer o bairro do Bixiga, indico a Speranza {tem também em Moema e em Santana}

Aos sábados, além de comer a feijoada, também tem 2 feirinhas bem legais: de antiguidades, na Praça Benedito Calixto e a da Liberdade. Para quem gosta de gastronomia asiática, a Liberdade é o paraíso. Você pode trocar a feijoada por algum restaurante asiático de lá. Além, disso, para quem é igual a mim e adora um cosmético ou maquiagem, não pode deixar de visitar a loja gigante da Ikezaki. Mesmo que você não vá comprar nada {que eu duvido muito}, vale a visita.

Falando em museus, quem visita a cidade não pode deixar de ir ao MASP. Além dele, ainda tem o Museu da Língua Portuguesa, Memorial da América Latina, Pinacoteca, Museu da Arte Moderna, Bienal e Museu do Ipiranga.

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Para quem ama futebol, pode assistir um jogo em algum dos estádios: Pacaembu, Morumbi ou Palestra. Caso você não queira assistir toda uma partida ou não tenha nenhum jogo nos dias que você estiver na cidade, você pode visitar o Museu do Futebol que fica no Estádio do Pacaembu.

A noite não vale ficar em casa, certo?! São Paulo tem baladas para todos os gostos: eletrônica, pop, sertanejo, pagode, samba, etc. Se você não curte balada, pode escolher algum dos vários bares da Vila Madalena. Agora se você curte algo mais tranquilo, pode ir jantar no Terraço Itália ou então ir para o Bar do Hotel Unique, o Skye.

Além de São Paulo, temos muitas outras cidades com muitos programas legais de cultura local. No blog da Expedia Brasil tem várias dicas. Não deixe de conferir.

Gostaram? Quem é de SP, já conhece todos esses lugares?

Beijos

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