Eu Li: Americanah | Chimamanda Ngozi Adichie

Vamos falar de um livro sensacional?! Sim, Americanah de Chimamanda Ngozi Adichie, autora nigeriana, é um dos melhores livros que já li em toda a minha vida! Sabe aquele livro que você tem dó de acabar?! Pois é, ele tem nome: Americanah!

Sinopse: Uma história de amor implacável que trata de questões de raça, gênero e identidade.
Lagos, anos 1990. Enquanto Ifemelu e Obinze vivem o idílio do primeiro amor, a Nigéria enfrenta tempos sombrios sob um governo militar. Em busca de alternativas às universidades nacionais, paralisadas por sucessivas greves, a jovem Ifemelu muda-se para os Estados Unidos. Ao mesmo tempo que se destaca no meio acadêmico, ela se depara pela primeira vez com a questão racial e com as agruras da vida de imigrante, mulher e negra. 
Quinze anos mais tarde, Ifemelu é uma blogueira aclamada nos Estados Unidos, mas o tempo e o sucesso não atenuaram o apego à sua terra natal, tampouco anularam sua ligação com Obinze. Quando ela volta para a Nigéria, terá de encontrar seu lugar num país muito diferente do que deixou e na vida de seu companheiro de adolescência. Principal autora nigeriana de sua geração e uma das mais destacadas da cena literária internacional, Chimamanda Ngozi Adichie parte de uma história de amor para debater questões prementes e universais como imigração, preconceito racial e desigualdade de gênero. Bem-humorado, sagaz e implacável, Americanah é, além de seu romance mais arrebatador, um épico contemporâneo.

Livro Americanah de Chimamanda Ngozi Adichie - Giuli Castro

Este livro é uma ficção, um romance, mas que paralelamente trata assuntos políticos como racismo, preconceito, machismo e feminismo.

“The first step to honest communication about race is to realize that you cannot equate all racisms” Americanah – Chimamanda Ngosi Adichie

“O primeiro passo para uma comunicação honesta sobre raça é perceber que você não pode igualar todos os racismos.” Tradução livre por mim

É um livro grande, quase 600 páginas, e bem denso. Daqueles que não são rápidos de ler. Eu li em inglês e demorei mais de um mês para ler. Mas não eu não sentia de saco cheio do livro, sabem?! Eu queria todo dia ler mais um pouco para saber da história e quando acabou, fiquei desejando ainda mais!

“Race doesn’t exist for you because it has never been a barrier. Black folks don’t have that choice”. Americanha- Chimamanda Ngozi Adichie

“Raça não existe para você porque nunca foi uma barreira. Pessoas negras não tem essa opção”. Tradução livre por mim

É um livro fantástico, que abre a nossa cabeça para muitas coisas que a gente não viveu e nem tinha a menor ideia de como era.

Ifemelu é uma personagem muito forte, crítica e que eu criei um carinho muito grande por ela. Por várias vezes, eu queria ser amiga dela, dar um abraço e dizer que eu estava ali para ajudá-la.

Em seu blog, Ifemelu conta histórias que ela presenciava enquanto vivia nos Estados Unidos. Histórias de como as pessoas tratavam negros, imigrantes, mulheres. Tem vários posts do blog dela no final de alguns capítulos. É daqueles blogs que você torceu o tempo todo para existir de verdade e não só no livro, sabem?!

“… race is not biology; race is sociology. Race is not genotype; race is phenotype. Race matters because of racism, And racism is absurd because it’s about the shade of your skin and the shape of your nose and the kind of your hair”. Americanah – Chimamanda Ngozi Adichie

“… raça não é biologia; raça é sociologia. Raça não é genótipo; raça é fenótipo. Raça importa por causa do racismo. E racismo é absurdo porque é sobre a tonalidade da sua pele e o formato do seu nariz e o tipo do seu cabelo.” Tradução livre por mim.

Eu estou apaixonada pela autora e já quero ler todos os livros dela e com certeza vou ler e trazer as resenhas para vocês.

Americanah é um soco no nosso estomago, principalmente de nós que nunca sofremos preconceito pela tonalidade da nossa pele. Enquanto eu lia o livro, me parecia uma história real e não uma ficção. Com certeza, tem muitas pessoas que sofreram e ainda sofrem com racismo, preconceito e machismo como Ifemelu. O mundo ainda é racista, por mais que as pessoas digam que não e tentem tampar o sol com a peneira.

Meu único conselho é: leiam esse livro incrível!

Quem já leu?! Gostou?

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Eu Li: Underground Railroad – Os caminhos para a Liberdade | Colson Whitehead

Eu e o Renato, as vezes, escolhemos livros para ler juntos. Eu escolhi O Conto da Aia e a ultima vez, ele escolheu o Underground Railroad – Os caminhos para a liberdade.

Esse livro ganhou o Man Book Booker Prize e autor best-seller do The New York Times. Estava super animada para ler.

Sinopse: Cora é uma jovem escrava em uma plantação de algodão na Georgia. A vida é infernal para todos os escravos, mas especialmente terrível para Cora. Uma pária até entre outros africanos, ela está chegando à maturidade, que a tornará vítima de dores ainda maiores. Quando um recém-chegado da Virgínia, Caesar, revela uma rota de fuga chamada, a ferrovia subterrânea, ambos decidem escapar de seus algozes. Mas nada sai como planejado. Cora e Caesar sabem que estão sendo caçados: a qualquer momento podem ser levados de volta a uma existência terrível sem liberdade.

Livro Underground Railroad

Esse livro conta a história sobre a escravidão nos Estados Unidos. Eu nunca tinha lido nenhum livro sobre isso e me interessou bastante.

A história em si do livro é muito boa e não tem como não se apegar a Cora, a personagem principal. Porém achei a narrativa muito complicada, e as vezes ficava perdida na história. Muitos personagens, muitas idas e vindas no tempo.

Acho que como tudo que é História {como H maiúsculo}, mesmo que contada em forma de ficção como esse livro, deve ser lido. A gente aprende bastante e se educa para que nunca mais esse tipo de coisa aconteça novamente. Você viver para buscar a liberdade, que deveria ser um direito de todos desde sempre, beira o absurdo. Não é uma coisa que você deveria viver para buscar só por causa da sua raça ou cor da pele. Cor da pele e raça não faz ninguém diferente de ninguém.

Tem cenas fortes no livro, por muitas vezes, eu precisei parar para respirar de tão indignada que fiquei. A gente escuta falar sobre os absurdos que aconteciam durante o período escravocrata dos países, mas quando você lê ali uma história, é impossível não imaginar como foi e se indignar ainda mais.

Apesar de não ser o meu tipo de narrativa favorita, é um livro bastante reflexivo. Eu gostei muito da história e recomendo sim.

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Eu Li: Menina de Vinte | Sophie Kinsella

Chick-it sempre foi meu estilo de leitura favorito e o que também me fez querer sempre um livro diferente. Sei que é uma leitura leve, rasa; mas também é uma leitura divertida.

Gosto de incentivar a leitura. Sou do time que se você está lendo alguma coisa, mesmo que seja o rótulo de um cosmético ou o pacote de uma bolacha, está valendo. O importante é ler.

Ler é hábito e depois que eu me habituei a ler, sempre começo um livro já pensando no próximo que vou ler. Então, não, eu não tenho preconceito com chick-lits e apesar de eu ter começado a ler vários outros tipos de livros {você já viram várias resenhas de não chick-lits por aqui}, eu ainda vou lê-los eventualmente.

Tudo isso para falar que a resenha de hoje é de um chick-lit: Menina de Vinte da Sophie Kinsella. Sophie passou a ser a minha segunda favorita autora desta categoria de livros. A primeira vai ser para sempre Marian Keyes. Marian foi a autora que me fez amar ler e querer estar sempre lendo. Então, acho que ninguém vai conseguir tirar este posto de autora favorita dela.

Sinopse: A vida de Lara Lington não está nada fácil. A melhor amiga e sócia decide curtir um tórrido caso de amor em Goa, deixando o escritório de caça-talentos em suas mãos pra lá de inexperientes. Josh, o ex-namorado, ainda é uma questão mal resolvida em sua vida: ele mudou o número de telefone depois de todas as mensagens malucas que ela deixou e não quer encontrá-la para uma última conversa. Agora, além de ficar ouvindo sermão de seus pais sobre sua carreira e vida amorosa, ela tem que acompanhá-los ao funeral de sua tia-avó de 105 anos, Sadie Lancaster, que ela nunca conheceu! E ainda tem que aturar o tio bilionário, dono de uma famosa rede de cafés, que trata o resto da família como se todos fossem de uma classe inferior, prontos a pedir algum favor a ele. Lara está contando os minutos para se livrar de sua chata obrigação familiar quando o inesperado acontece: ela ouve uma moça, com seus vinte e poucos anos e com roupas da década de 20, exigindo, aos berros, que parem o funeral e que ela precisa de seu colar para descansar em paz! O problema é que, aparentemente, só Lara consegue vê-la. Dona de uma imaginação fértil, ela começa a acreditar que ficou louca de vez. Até porque, fantasmas não existem, não é mesmo?

Cortei um pedaço da sinopse para não dar muitos spoilers.

Menina de Vinte de Sophie Kinsella

Menina de Vinte é uma leitura leve e divertida. Quando comecei a ler, confesso que fiquei desapontada. Não gostei dele nas primeiras páginas, mas dificilmente eu desisto de um livro. Quando você me ouvirem dizer que eu desisti de algum, é porque eu tentei de todas as formas possíveis e impossíveis. Enfim, continuei dando uma chance para ele e perto da página 100, eu já estava apegada as personagens principais.

Lara Lington sempre metida em confusões e não consegue se livrar delas. Sempre tentando de formas que você, que está lendo, sabe que não vai dar certo, mas ela vai mesmo assim. Muitas vezes, ela consegue resolver e você fica se perguntando: Como ela conseguiu?!

Sadie sempre está colocando Lara em situações complicadas, Lara não consegue dizer “não” para Sadie e quando o fala, ficar remoendo, até voltar atrás e fazer as vontades de Sadie. Muitas vezes, você vai ter raiva, muita raiva, de Sadie.  Mas faz parte da história e da diversão.

Apesar de ser um chick-lit, o romance não é o foco principal do livro. Além disso, de maneira bem sútil, a autora aborda também os problemas da velhice, do abandono da família.

Depois que me envolvi no livro, não consegui mais parar de ler. Cada capítulo que acabava, eu já queria ler o próximo e minha expectativa ia só aumentando. Eu amei esse livro! 

Se você está procurando uma leitura leve para desopilar do stress do dia a dia, super recomendo. Com certeza, você vai dar muitas risadas!

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