Eu li: Lembra de mim?

Bora colocar o blog em dia, né?!

Esse livro eu li la em Outubro, mas com a correria do casamento, vocês entendem perfeitamente porque eu ainda não tinha falado dele por aqui, né?!

Lembra de mim? é um livro de uma das minhas musas, Sophie Kinsella. Já li 3 livros dela e não consigo falar qual eu gosto mais. E já tenho uma lista de outros livros que ela escreveu para ler.

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A sinopse do livro: “Lexi desperta em um leito de hospital após um acidente de carro, pensando que está em 2004, que tem 25 anos, uma aparência desleixada e um namoro desastroso. Mas, para sua surpresa, ela descobre que está em 2007, tem 28 anos, é chefe de seu departamento e sua aparência está impecável. E ainda é casada com um lindo milionário! Ela não pode acreditar na sorte que teve. Mas conforme ela descobre mais sobre a nova Lexi, nota problemas graves em sua vida perfeita. E, para completar, uma revelação bombástica pode ser sua única esperança de recuperar a memória.”

Imagina você dormir e acordar 3 anos antes?! Pois é, Lexi sofreu um acidente e quando acorda, não lembra de nada dos seus últimos 3 anos. Problemas?! Poucos, quase nenhum #sqn. Nestes 3 anos, parece que a vida de Lexi foi transformada: ela casou, saiu de um corpo que não a agradava para um corpo atlético e desejado por muitas, virou a chefe mais carrasca do universo, entre outras coisas. O tempo vai passando e Lexi vai descobrindo tudo isso. Ela não lembra nem de ter conhecido seu marido. No hospital, quando entregam para ela a sua bolsa Louis Vuitton, ela recusa insistentemente, dizendo que não teria dinheiro para ter uma bolsa dessa.

Como todas as personagens da Sophie, Lexi é bem divertida, cativante e você não tem vontade parar de ler o livro. Li super rápido. É dessas leituras nos faz rir e sofrer com a personagem, mas sempre leve e divertida.

Quem já leu?

Beijos

Eu li: Os diários de Bluebell

Lembram que o ultimo livro que eu contei aqui no blog, eu não tinha gostado muito e achei que era melhor mudar a tag “Dica de Leitura” para outra tag?! Porque afinal de contas, não fazia sentido colocar uma livro que eu não gostei como Dica, né?! Então a partir de hoje, a tag vai ser: Eu Li.

“Os diários de Bluebell” foi um livro que ganhei da querida Carol Romano no Natal, mas  eu tinha comprado tantos outros livros que ele ficou na fila. Acreditem, sou metódica nesses casos. Leio na ordem que compro/ ganho. Não consigo não obedecer a ordem. Quando não obedeci, fiquei lendo um livro, pensando no outro da fila.

Eu não li a sinopse antes de ler o livro. Aliás, essa foi uma decisão que também resolvi fazer daqui para frente. Não quero nenhum spoiler, por menor que seja. No máximo se a pessoa gostou ou não.

De qualquer forma, vou deixar a sinopse aqui, porque sei que a maioria das pessoas gosta de ler a sinopse antes de ler o livro, até mesmo para saber se gosta ou não:  Iris, irmã gêmea de Blue Gadsby, morreu há três anos, e sua família nunca mais foi a mesma. Numa série de transcrições de filmes e textos de diário que fará o leitor rir, chorar e agradecer a dádiva de ter uma família, Bluebell capta de maneira pungente o sofrimento e as tribulações de sua família, que se desintegra, se transtorna completamente e finalmente consegue se recompor.

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O livro se trata dos diários de uma menina chamada Bluebell. Bluebell adora diários filmados. Sim, ela tem uma câmera e sai filmando tudo {fiquei imaginando Blue no SNAP, teria 2000 segundos por dia… hahaha}. Muitas vezes, as pessoas pedem para ela parar de filmar, e então, ela faz diários escritos. Blue tem mais 3 irmãos: uma mais velha e 2 bem mais novos que ela os chama de bebês.

Blue é uma adolescente e passa por todas as fases. Ela tinha uma irmã gemea, Iris,  com a qual ela gostava muito e se sentia muito mais segura. Porém, com a morte da irmã , ela se sentiu muito sozinha e bastante insegura. Só se sente bem com sua câmera. Passa por todos aqueles perrengues de adolescente que achamos que vamos morrer: bullying, se apaixona pelo cara errado, etc. Os pais dela também trabalham muito e fora de casa, são super ausentes. Isso também contribui para sua carência. Ao mesmo tempo, Blue e seus irmãos mostram o quanto uma família é importante para gente.

É um livro bem leve {confesso que estava com medo porque na capa vem escrito: “A vida depois de Iris” e sou super medrosa para essas coisas de vida pós morte}, rápido de ler. Foi o primeiro livro que li da autora, gostei muito do jeito que ela escreve, bem fácil de entender. Achei ele um pouco voltado para o publico adolescente, mas me diverti bastante com ele. Adoro leituras leves, fáceis e rápidas que me divertem.

Alguém já leu esse livro? O que achou?

Beijos

Dica de Leitura: Como ser uma Parisiense em qualquer lugar do mundo

Vou começar dizendo que precisarei mudar o nome dessa tag “Dica de Leitura” hahaha. Na verdade, eu posto todos os livros que leio aqui e a maioria deles, eu gosto muito e super indico. Mas e quando eu não gosto?? Como isso pode ser uma “Dica de Leitura”? hahahaha Tag totalmente contraditoria. Vou pensar aqui e quem sabe a proxima resenha de livro já venha com a tag alterada…. hehehe

Comprei “Como ser uma Parisiense em qualquer lugar do mundo” um pouco por impulso. Vi todo mundo lendo e postando que acabou atiçando a minha curiosidade. E como gostei muito de Paris {não é minha cidade preferida no mundo – das que eu conheço, claro-}, resolvi que era para eu ler.

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O livro é bem leve, com muitas ilustrações e letras grandes. Super fácil e rápido {mesmo que você não goste dele} de ler. Eu confesso que esperava mais do livro, não é muito o estilo de leitura que eu gosto.

As 4 autoras contam – com bastante ironia- o jeito de ser de uma parisiense. Algumas partes são bem engraçadas, mas confesso que me entediei em várias partes. Mas, como disse ali em cima, é um livro muito rápido de ler. Acabei em uns 3 dias, mesmo não achando tão legal assim.

Lendo o livro, mesmo sabendo de toda ironia, percebemos que sim, as parisienses são um pouco arrogantes e se sentem bem superiores. Confirmando tudo o que eu já tinha ouvido sobre elas. Tipo nasci em Paris, sou linda sem esforço. Não uso make, não uso roupas fashion {só as clássicas mesmo}, não uso muitos acessórios… Enfim, eu realmente não gostei, mesmo tentando levar para o lado divertido da coisa.

Vou colocar a sinopse aqui para vocês tentarem formar uma opinião sobre se leem ou não.

“O que torna a mulher francesa tão única e irresistível? A pergunta, que já foi feita milhares de vezes, agora é respondida de forma definitiva por quatro parisienses tão autênticas e charmosas quanto diferentes entre si. Em uma abordagem nova e divertida sobre o que é realmente ser uma parisiense hoje em dia — como elas se vestem, se divertem e se comportam —, a embaixadora da Chanel e musa da Lancôme Caroline de Maigret, a escritora Anne Berest, a produtora Sophie Mas e a jornalista Audrey Diwan são surpreendentemente francas e sem rodeios. Falando sobre filhos, relacionamentos, trabalho, estilo, cultura e muito mais, revelam seus segredos e defeitos, fazem piada dos próprios sentimentos e comportamentos complicados, e até admitem ser esnobes, um pouquinho egocêntricas e imprevisíveis. Mandonas e cheias de opiniões, sim, mas também meigas e românticas. Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo é um livro divertido e inspirador que desvenda o jeito de ser das francesas, mostrando o que elas pensam sobre estilo, cultura, comportamento e homens. Com dicas nem sempre politicamente corretas, é claro…”

Vale dizer que adorei as ilustrações do livro. Acho que foi o que realmente gostei nele.

Quem já leu? O que achou?? Será que só eu que não gostei?

Beijos