Eu Li: O ano em que disse sim | Shonda Rhimes

Não, eu nunca tinha visto um episódio de nenhuma série da Shonda antes de ler esse livro. Ou seja, eu ainda não era influenciada pela Shondaland.

Para quem não sabe, Shonda Rhimes é a produtora de várias séries como Grey’s Anatomy, Private Practice, Scandal e How to get away with murder.  Porém, eu até pouco tempo atrás quase não assistia série e não sou {ou melhor, não era até ler o livro} fã de Shonda.

Lembro de uma época que esse livro bombou no instagram, mas como eu mal sabia quem era Shonda, não dei bola. No fim do ano de 2017, estava procurando um livro para ler e muitas meninas do #ClubedoLivrismo me indicaram O Ano em que disse sim da Shonda.

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Eu não costumo ler sinopses e tudo que eu sabia sobre livro é que era uma autobiografia de Shonda. Eu gosto de ler biografias e então, me joguei.

Sinopse do livro:Você nunca diz sim para nada. Foram essas seis palavras, ditas pela irmã de Shonda durante uma ceia de Ação de Graças, que levaram a autora a repensar a maneira como estava levando sua vida. Apesar da timidez e introversão, Shonda decidiu encarar o desafio de passar um ano dizendo “sim” para as oportunidades que surgiam. Os “sins” iam desde cuidar melhor de sua saúde até aceitar convites para participar de talk shows e discursos em público. Além disso, Shonda deu um difícil passo: dizer sim ao amor próprio e ao seu empoderamento. Em O Ano em que disse sim, Shonda Rhimes relata, com muito bom humor, os detalhes sobre sua vida pessoal, profissional e como mergulhar de cabeça no “Ano do Sim” transformou ambas e oferece ao leitor a motivação necessária para fazer o mesmo em sua vida.

Para começar, vale dizer que Shonda é super engraçada. Então esse livro, mesmo nos piores momentos do ano de Shonda, ele é divertido. A história é contada de forma leve e a leitura flui super bem.

Em O Ano em que disse sim, Shonda conta todo o seu dia a dia. Suas dificuldades com a família, com o trabalho, com o racismo, gordofobia, machismo. Dificuldades que nós também encaramos no nosso cotidiano e é muito bom saber que estamos juntas, com as mesmas dificuldades. Me senti abraçada várias vezes no livro. Shonda mostra nesse livro que é gente como a gente.

Eu não gosto de livros de auto-ajuda e apesar de ser um livro de biografia, tem muitos momentos de auto-ajuda por lá. Mas se você é como eu e não gosta também, não precisa desistir de ler, porque o livro como um todo vale muito a pena.

Super recomendo para todo mundo. Ele mudou muito a forma de pensar sobre várias coisas. Você pode não achar que é o melhor livro da sua vida, mas com certeza, você vai se identificar em vários momentos e também vai se sentir abraçada.

Quem já leu?! Qual livro vocês estão lendo?

Beijos

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Eu Li: Paris para um e outros contos | Jojo Moyes

Desde que eu comprei o Kindle, estou sempre de olho nos livros que estão em promoção ou até mesmo de graça. Eu sempre acho algum livro que eu quero ler, ou algum que eu nem sequer sabia da existência mas que me parece interessante e acabo comprando. Um dia, olhando as promoções, os livros da Jojo Moyes {uma das minhas autoras favoritas} estava em promoção e se não me engano, paguei por volta de R$5 em cada.

Um desses livros que eu comprei, foi o Paris para dois um e outros contos.

Sinopse: Em histórias curtas e divertidas, Jojo, sem deixar de lado as personagens decididas que conquistaram o público, faz sua conhecida mágica de transformar situações comuns em eventos extraordinários. No conto que dá título ao livro, a jovem Nell planeja um final de semana romântico em Paris com o namorado e fica sabendo, já na estação, que ele desistiu de acompanhá-la. Sozinha em um país estrangeiro, Nell descobre uma nova versão de si mesma, independente e corajosa. Outros contos incluem um assalto a uma joalheria com uma reviravolta amorosa, a história de uma mulher que passa um dia inteiro com os sapatos de outra pessoa e um shopping lotado de pessoas fazendo compras de Natal que vai revelar a uma esposa estressada o que de fato importa na vida. E em “Lua de mel em Paris”, que fecha a coletânea, Jojo Moyes brinda os leitores com um reencontro com as personagens do best-seller A garota que você deixou para trás, Liv e Sophie, que, separadas por algumas décadas, acreditam que o casamento é apenas o início de suas histórias de amor. Dez pequenas amostras da saborosa escrita de Jojo Moyes, divertidas, autênticas e irresistíveis — você vai ler e se encantar.

Livro Paris para um e outros contos da autora Jojo Moyes por Giuli Castro

Eu não sou leitora de contos. Eu gosto de histórias profundas, onde eu consigo me apegar as personagens. Gosto também  de histórias que tem começo, meio e fim. Se você quer me deixar frustada, é me dar livros com histórias que não tem um final e nem uma continuação. Gosto de histórias bem estruturadas. Enfim, não gosto de contos. É importante você saber disso antes de ler a minha opinião, porque você pode gostar de tipos de leitura diferentes do meu.

Eu comprei o livro porque é de uma das minhas autoras favoritas e estava em promoção. Foi um compra impulsiva, não li a sinopse. Porém, em geral, não leio mesmo. Para falar a verdade, depois que comprei que reparei que tinham outros contos. Talvez, se eu tivesse reparado antes, não teria comprado. Mas não é porque comprei por um preço muito barato que vou deixar de ler, certo?!

Li todo o livro até que bem rápido, mas não foi um livro que gostei. Apenas o primeiro conto “Paris para dois um” é mais longo. Os outros contos são bem curtinhos e confesso que em alguns deles, eu ficava bem perdida no final. Justamente porque não tinha um final, parecia que a história tinha sido abandonada no meio.

Mas como Jojo é esperta, acho eu, o ultimo conto, apesar de menor que o primeiro, eu também gostei. Em “Lua de Mel”, o ultimo conto, as personagens são as mesmas de outro livro de Jojo e o meu favorito dela, “A Garota que você deixou para trás”.

Eu gostei do primeiro e do ultimo conto, mas de todos os livros que já li da Jojo Moyes até hoje, esse foi o que menos gostei. Inclusive, dei 3 estrelas no GoodReads.

Para quem não sabe, eu tenho uma conta do Good Reads e no Skoob. Quem quiser saber os livros que já li ou estou lendo e quiser interagir comigo, é só me adicionar por lá {clicando nos nomes dos sites aqui em cima, vocês já serão redirecionados para o perfil}.

Quem mais já leu esse livro? O que achou?

Beijos

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Eu Li: Extraordinário

Eu li “Extraordinário” em dezembro, antes de assistir o filme. Eu sempre gosto de ler o livro primeiro e depois assistir o filme ou a série. Nem sempre dá certo, mas dessa vez deu.

Antes de mais nada, quero dizer que esse livro deveria ser mandatório em todas as escolas e que todo mundo {adulto, criança, adolescente} deveria ler! 

Agora sim, podemos falar do livro! hahahaha

resenha do livro extraordinario de R. J. Palacio por Giuli Castro

Sinopse: August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade.. até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular em Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apenas da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

Para começar a falar sobre ele, devo dizer que você deve preparar muito bem seu psicológico antes de ler. Com certeza, é um livro que vai mexer muito com você. Pelo menos comigo, mexeu demais.

Eu li esse livro em menos de 48h. Tudo bem, ele não é um livro grande, acho que tem 100 páginas. Mas é um livro intenso, que mexe muito com nossos sentimentos.

Eu me apeguei a Auggie, o personagem principal, desde a primeira frase do livro. Ele não é uma criança que se faz de vítima da sua síndrome. Ele é uma criança que quer só ter uma vida normal. Ele sabe que tem uma aparência incomum, como talvez o  Chewbacca {personagem de Star Wars} tenha também, mas nem por isso, as pessoas precisam ficar encarando-o a cada vez que o vê ou trata-lo como uma pessoa que tenha uma doença contagiosa e que não possa viver a vida normal. Ele é igual a todos nós.

resenha do livro extraordinario de R. J. Palacio por Giuli Castro

O livro trata de um assunto que eu gosto muito e acho que o mundo todo está precisando, empatia! O livro consegue nos fazer sentir como Auggie e viver como ele vive o dia. Acho que a gente está precisando muito nos sentir no lugar do outro, para ter menos julgamento e compreender melhor o outro. Não é porque não aconteceu com a gente que isso não acontece ou não aconteceu com outras pessoas.

Gerar empatia não é uma coisa fácil, aliás eu acho bem díficil. Entre várias passagens do livro é possível ver como outras pessoas não conseguem sentir o que Auggie sente e continuam destratando ou até maltrando-o.

O livro tem várias passagens maravilhosas, dignas de serem escritas no post it e deixadas na nossa frente, para a gente nunca esquecer. Mas tem uma que é a minha preferida:

“Shall we make a new rule of life… always to try to be a little kinder than necessary” A tradução seria {não sei se está assim no livro em português, mas deve ser bem parecido}: “Vamos fazer uma nova regra da vida… sempre tentar ser um pouco mais gentil que o necessário”

A gente nunca sabe pelo o que as outras pessoas estão passando, então vamos sempre ser mais gentis. Pode ser que ela esteja em um momento muito ruim da vida e não seremos nós que vamos piorar isso, né?!

Sobre o filme, vou falar rapidinho. Ele é bem parecido com o livro, não é extremamente fiel, mas passa exatamente a mesma mensagem. Eu adorei o filme e acho que vale super a pena ver também.

Quem já leu o livro ou viu o filme?! O que acharam?!

Beijos!

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