Dica da Amiga-Leitora: Esmalte

Gente, adoro essa tag Dica da Amiga-Leitora! Fico super feliz quando vcs me mandam sugestões e interagem comigo e/ou com o blog!

A dica da amiga- leitora esta semana é da Gabi Cruz!

Como vocês sabem, raramente – coloca raramente nisso-, eu uso esmlates de cor clara, né?! Aliás, acho que desde qu criei o blog, há 7 meses atras, eu não usei nenhuma cor clarinha… Sendo assim… essa dica só poderia ser de alguma amiga-leitora.

A cor escolhida pela Gabi, foi a Doce Loucura da coleção Espelho, Espelho Meu da Colorama – ja falei aqui-. Ele é um rosinha bem clarinho, cremoso.  A Gabi não curtiu muito, achou a textura e a cor bem parecida com a do famoso liquid paper. Disse que ficou parecendo um liquid paper rosa, sabem?

Aliás, tenho visto muita gente reclamando destes esmaltes clarinhos (amarelo, azul, verde, etc) reclamando da mesma coisa e não só os da Colorama e sim, de outras marcas tb!

E, vcs ja usaram? O que acharam?

Lembrete:
Tem promoção rolando aqui no blog! É só clicar na foto na barra lateral ou aqui.

Dia dos Pais

No dia 01/08, estava na minha rotina diaria, lendo meus blogs favoritos e fui presenteada com este texto da Danuza Leão no Blog da Lele Saddi. Me emocionei muito!! Leiam o texto! Não tem nada mais para eu falar! O texto por si só ja fala tudo!

“Liberdade, oh, liberdade”
Ah, que maravilha: vai aonde quer, volta na hora que bem entende, sem ninguém para reclamar
TODO MUNDO quer ser livre; a liberdade é o bem mais precioso, almejado por homens e mulheres de todas as idades, e a luta para conquistá-la começa bem cedo. Desde os primeiros meses de idade só se pensa em uma coisa: fazer apenas o que quer, na hora que quer, do jeito que quer.
Crianças de meses rejeitam a mamadeira de três em três horas, mas choram quando têm fome (só querem comer quando têm fome, o que é muito justo) e quando um pouco mais grandinhas, brigam para não vestir a roupa que a mãe escolheu.
Ficam loucas para ir sozinhas para o colégio, e quando chegam em casa além do horário previsto, ai de quem perguntar onde elas estiveram. “Por aí”, é o que respondem, quando respondem -e as mães que enlouqueçam.
Quando adolescentes, as coisas pioram: querem a chave da casa (e a do carro), e quando começam a sair à noite e os pais tentam estabelecer uma hora para chegar, é guerra na certa, com as devidas consequências: quarto trancado, onde ninguém pode entrar nem para fazer uma arrumação básica.
Naquele território ninguém entra, pois é o único do qual ele se sente dono -portanto, livre. A partir dos 12 anos, o sonho de todos os adolescentes é morar num apart -sozinhos, claro.
Mas o tempo passa, vem um namoro mais sério, e quem ama não é -nem quer ser- livre (para que o outro também não seja). Dá para quem está namorando sumir por três dias? Claro que não. Se for passar o fim de semana na casa da avó, em outra cidade, vai ter que dar o número do telefone, e isso lá é liberdade? Os celulares permitem, pelo menos, que eles não atendam, já que sabem quem está ligando.
Aí um dia você começa a achar que para ser livre mesmo é preciso ser só; começa a se afastar de tudo e cancela o amor em sua vida, entre outras coisas. Ah, que maravilha: vai aonde quer, volta na hora que bem entende, resolve se o almoço vai ser um sanduíche ou nada, sem ninguém para reclamar da geladeira vazia, trocar o canal de televisão ou reclamar do fumacê no quarto. Ah, viver em total liberdade é a melhor coisa do mundo.
Mas a vida não é simples, e um dia você acorda pensando em mudar de casa; fica horas pesando os prós e contras, mas não consegue decidir se deve ou não. Pensa em refrescar a cabeça e ir ao cinema, mas fica na dúvida -enfrentar a fila, vale a pena? Vê a foto de uma modelo na revista e tem vontade de cortar o cabelo igual, mas será que deve?
Acaba não fazendo nada, e depois de tantos anos sem precisar dar satisfação da vida a ninguém, começa a sentir uma estranha nostalgia.
Como seria bom se tivesse alguém para dizer que é loucura fazer uma tatuagem; que aconselhasse a não trocar de carro agora -pra que, se o seu está tão bom?
Que mostrasse o quanto foi injusta com aquela amiga e precipitada quando largou o marido, o quanto foi rude com a faxineira por bobagem. Que falasse coisas que iam te irritar, desse conselhos que você ia seguir ou não, alguém com quem você pudesse brigar, que te atormentasse o juízo às vezes, para poder reclamar bastante. Alguém que dissesse o que deve ou não fazer, o que pode e o que não pode, e até mesmo te proibisse de alguma coisa.
E que às vezes notasse suas olheiras e falasse, de maneira firme, que você está muito magra e talvez exagerando na dieta; alguém que percebesse que faltando dez dias para o final do mês você só tem R$ 50 na carteira e perguntasse se você não está precisando de alguma coisa. E que dissesse sempre, em qualquer circunstância, “vai dar tudo certo”.
Que falta faz um pai.

Pai, te amo!!! 
Feliz dia dos pais para todos os pais!