Minha Lua-de-Mel: Sint Maarten/ Saint Martin {Parte I}

Enquanto os postas do casamento não chegam {vão chegar, calma!! hehehe},  vou contar um pouquinho de St. Maarten/St. Martin, um dos nossos destinos da lua-de-mel:  porque escolhemos essa ilha, como ir e onde ficar.

Os destinos que escolhemos para a nossa lua-de-mel foi Sint Maarten/Saint Martin e Miami. Na verdade, Miami veio de “brinde” já que a conexão do nosso vôo era lá e então resolvemos ficar alguns dias por lá. Nada mal, né?!

Por que escolhemos Sint Maarten/Saint Martin? Primeiro, porque eu odeio frio, o que já elimina a maioria dos destinos do hemisfério norte, já que casamos em novembro. Sabíamos que estaríamos cansados, de uma rotina frenética entre trabalhar, organizar o casamento e a nossa mudança {mudamos de cidade}, então queríamos um pouco de calma, calor e água fresca.

Quando pensamos que queríamos praia, descanso e um lugar que faria calor com certeza {quase certeza vai, porque quando fui para Cancun não fez tanto calor assim não… dei azar}, pensamos em Caribe. Pesquisamos sobre varias ilhas e a que achamos que íamos gostar mais foi Sint Maarten/Saint Martin.

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Sin Maarten/Saint Martin é uma ilha no Caribe dividida em dois países. O lado sul é holandês e o lado norte francês. Por isso esses dois nomes para a mesma ilha. A ilha é pequena, possível dar a volta na ilha toda de carro, em umas 2h no máximo.

Para chegar na ilha tínhamos 2 opções, ir de Copa Airlines e fazer conexão no Panamá ou ir de American Airlines e fazer conexão em Miami. Escolhemos a segunda, para poder dar uma esticadinha em Miami depois. A diferença de preço era bem pequena.

Para entrar na Ilha, não é preciso visto, mas o certificado da vacina da Febre Amarela é exigido. Porém, quando chegamos, passamos pela imigração e não nos foi pedido o certificado. A imigração foi bem simples. Demorou só por causa da fila mesmo.

Lá tem inúmeros hotéis e essa parte foi bem difícil, porque né, queríamos conforto, era nossa lua-de-mel. Mas também não queríamos pagar um absurdo por ele. Eu não conhecia muita gente que já tinha ido para lá, mas a Gabri {minha amiga e nossa madrinha de casamento} tinha ficado no The Westin e apesar de ter achado bem grande, tinha gostado bastante. Lemos muito á respeito dele e dos outros, e acabamos optando por ele. Foi uma excelente escolha.

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O nosso hotel ficava do lado holandês da ilha, mas bem perto da divisa com o lado francês. Realmente é um hotel bem grande, mas super gostoso. Um dos motivos que escolhemos este hotel é por não ser all inclusive. Apesar de não ter nada contra {em Cancun inclusive fiquei em um que era}, queríamos liberdade para sair, conhecer outros lugares e restaurantes. Não queríamos nada que nos prendesse dentro do hotel.

O café da manhã era incluído na nossa diária e era muito gostoso. Tinha muitas opções de pães, omeletes, panquecas, bolos, geleias entre outras coisas.

O atendimento do hotel é excepcional. fomos muito bem atendidos em todos os momentos. Desde a hora que chegamos até a hora de ir embora.

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Um dos únicos hotéis da ilha que tem a praia exclusiva para seus hospedes pois o acesso só é possível pelo hotel. Ou seja, você tem uma praia exclusiva para você.

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A piscina do hotel também maravilhosa, bem grande. Nunca estava lotada, sempre tinham os melhores lugares.

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A menos que você queira ficar só no hotel, é imprescindível alugar um carro para conhecer a ilha. Quando compramos a viagem, não tínhamos essa certeza sobre alugar o carro. Pensamos que talvez pudesse ter vários passeios que teriam transfer. Mas a verdade é que até tem alguns passeios para conhecer as ilhas vizinhas como St. Barths e Anguilla, mas para conhecer Sint Maarten/Saint Martin só de carro mesmo ou táxi. O táxi além de mais caro, te prende bastante. Não tem pontos de táxi nas praias, ou seja, tem que agendar o horário com algum táxi para te buscar. Nós alugamos um Corolla na Budget pela internet e foi bem tranquilo. Quando compramos a viagem, acabamos comprando também um transfer aeroporto-hotel e hotel-aeroporto. Mas já adianto que não precisa. As empresas de aluguel de carro ficam perto do aeroporto e elas te mandam um transfer para te buscar.

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Como é muita coisa, em um próximo post conto sobre as praias e os restaurantes.

Beijos

Meu Look: Reveillon

Olha eu comendo mosca aqui, gente!!! Em que mundo estou??? Esqueci completamente de colocar o meu look do reveillon aqui no blog. Mas antes tarde do que nunca, né?!

Para quem me acompanha no instagram {não segue ainda? @giulicastro} e no SNAP {giuli.castro ou só adicionar pelo snapcode aqui na lateral do blog} com certeza já viu. Mas eu tirei fotos dos detalhes para postar aqui no blog e esqueci!! Me desculpem!!

Nos últimos anos, tenho escolhido um look branco para a noite de reveillon. É superstição, eu sei, mas eu me sinto melhor assim… hehehe. Como tinha lido em um site de numerologia que a minha cor do ano era rosa {outra superstição}, escolhi um brinco com pedras pink. Estou apaixonada pelo brinco, é tão lindo. A sandália foi nude, bem clássica.

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Vestido: @anafashion_modas

Sandália: Arezzo

Brinco: Lua de Prata – PrudenShopping

Batom: Bahau5 – Kate Von D

E ai, look aprovado?

Beijos

Eu vi: Making a Murderer

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Quem me conhece deve até achar estranho esse post. Para quem não me conhece, eu sou super viciada em novelas da Globo. Sim, gente, sou dessas. Acompanho todas em meu tempo livre. Poucas séries me prenderam a ponto de ver todos os episódios. Alias conto nos dedos de uma das mãos: FRIENDS {a melhor até hoje na minha opinião}, Sex and the City, The Big Bang Theory {adoro, mas essa eu vi quase todos os episódios}, Revenge e domingo terminei Making a Murderer {não sei se um pouco atrasada}.

A série do Netflix, na verdade é um documentário,  tem apenas uma temporada de 10 episódios . Cada episódio tem em torno de 1h de duração. Assisti o primeiro deles, dia 10/01 a noite. Já fui dormir encucada. Neste ultimo sábado, assisti até o episódio 6 e domingo terminei. Devia ser umas 4h da tarde quando acabei e desde dali, não paro de pesquisar sobre o assunto. Quase não dormi na noite de domingo para segunda só pensando nisso, acreditam?

A sinopse: O documentário conta a história de Steven Avery. Após ter passado 18 anos preso por um crime que não cometeu, ele consegue a liberdade devido a um exame de DNA que prova sua inocência. A história vira notícia e, quando está prestes a ganhar uma gigantesca indenização pelo Estado, Avery se torna o principal suspeito do assassinato da fotógrafa e jornalista Teresa Halbach. Em dez episódios, a série acompanha a investigação, o julgamento e todas as contradições que giram em torno do caso.

Sabe aquela série que te prende?! Eu e o Renato não queríamos parar de ver por nada. Mas infelizmente, resolvemos começamos a assistir num domingo as 22h e no outro dia tínhamos que acordar cedo para trabalhar. A semana foi super corrida e só conseguimos sentar para ver novamente no sábado. Dali até domingo quando acabamos, não tivemos mais vida. E quando acabamos também não, porque fomos para a internet ler tudo a respeito {aliás continuo lendo! hahaha Quem tiver links, pode deixar nos comentarios :) }.

 

ATENÇÃO! Cuidado que daqui para frente pode conter spoiler!!!

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Ainda não me conformo como o resultado final do julgado do Avery e do Brandon. Não tenho minhas conclusões sobre quem é o culpado pela morte da Teresa. Na verdade, eu consigo imaginar que qualquer um ali {o proprio Steven, os policiais, o irmão dela, o ex namorado} poderiam ter sido responsáveis pelo assassinato dela. Porém, em nenhum momento investigam estes outros suspeitam. Além disso, durante todo o julgamento tratam como se ele fosse reincidente no crime de abuso sexual, sendo que ele tinha sido inocentado da outra vez. Nenhuma prova apresentada mostra que ele é realmente culpado e em caso de dúvida, o réu não pode ser julgado como culpado. Se há uma possibilidade de ele ser inocente, isso tem que ser usado a favor dele. É o que eles chamam da presunção da inocência.

Quando eu acabei de ver o seriado e mesmo durante, eu tinha quase certeza que ele era inocente. Afinal, a série é feita do o ponto de vista dele e da família dele. Apesar do objetivo da série ser mostrar como é falho o sistema judiciário. Desde o começo, sempre achei o irmão da Teresa um pouco estranho e muito sarcástico para quem acabou de perder uma irmã. Mas desconfio de outras pessoas também. Lendo todos outros links, vejo também que o próprio Steven pode ser realmente culpado. Sei que estou querendo ler mais e mais links, mas acho que a verdade dificilmente saberemos.

Li que o sucesso da série foi tão grande e que o Netflix está interessado em produzir a 2a temporada. Será?

Quem mais já viu a série? O que acharam? Também estão sendo consumidas pela série como eu?

Beijos